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Fazenda Vale do Quilombo

A Estância está localizada na Fazenda Argentina, no distrito de Água Vermelha, região imperial que guarda os traços da história em meio à mata nativa e em recuperação. É cortada pelo rio Quilombo, nome dado pela presença de um quilombo na região no século XIX. A fazenda que na época era grande produtora de café, hoje está voltada à produção da cana-de-açúcar, avicultura e bovinocultura de corte, além do tradicional gado leiteiro com total infra-estrutura. No turismo oferece opções de caminhadas ecológicas, cavalgada, passeios de bondinho, bóia cross e cachoeiras.

Fazendas Históricas

A Fazenda do Pinhal está localizada em terras da antiga Sesmaria do Pinhal. Na década de 1780, Carlos Bartholomeu de Arruda, avô do futuro Conde do Pinhal, e seu filho, Manoel Joaquim Pinto de Arruda, adquiriram terras por meio de cartas de sesmaria na região dos Campos de Araraquara.

Contudo, a ocupação das terras da Fazenda do Pinhal ocorreu com Carlos José Botelho, um dos filhos de Carlos Bartholomeu e herdeiro desta porção de terras. Foi ele quem deu início às atividades econômicas, com a plantação de cana de açúcar, criação de gado e, posteriormente, na década de 1840, plantação de café. Também foi Carlos José quem construiu a Casa de Morada da Fazenda, nas primeiras décadas do século XIX.

A partir da década de 1850, as plantações de café começaram a se intensificar nesta propriedade. Em tal contexto, seu proprietário era Antonio Carlos de Arruda Botelho, que se tornaria anos depois o Conde do Pinhal. Ele era casado com Francisca Theodora Coelho, com quem teve um filho, o futuro médico, agricultor e senador Carlos José Botelho.

Casa do Pinhal

As fazendas contam nossa história

Fazenda

Santa Maria

Às margens do rio Monjolinho, a fazenda teve sua casa sede construída em 1886 e foi considerada a uma das residências mais confortáveis do Brasil. Chama atenção a sua arquitetura urbana, apesar de ser uma casa rural. O terreiro de café revela que aquelas terras também eram produtoras da riqueza da época. Hoje é um grande museu que guarda livros, fotografias e mobílias da época.

A Fazenda Santa Maria do Monjolinho fica aberta para visitação de segunda a sexta-feira com agendamento prévio. Nos finais de semana, as visitas são livres das 12h às 17h.